Re:Zero – Começando a Vida em Ou... Cap. 387 — Atravesse o Tempo de Areia

O primeiro dia de desbravamento das Dunas de Augria acabaram logo após o pôr do sol.

Assim que deu meia-noite, o “Tempo de Areia[1]” chegaria, que seria a hora em que o vento sopraria ao máximo, ocorrendo três vezes ao dia. Se avançassem sem pensar pela areia repleta de miasma, acabariam com seus corpos e talvez se perdessem do caminho.

Se eles não podiam nem ver algum sinal da Torre de Vigia Plêiades, então seria mais sábio esperar, recuperar as forças e passar a noite para restaurar a energia para o amanhã.

Subaru: “Talvez eu devesse ter perguntado antes, mas as medidas anti-majuu vão funcionar enquanto a gente estiver dormindo também?”

Meili: “É claro. Ter a sua bunda devorada por animais que você trouxe é um pensamento tão estúpido que nem chega a ser engraçadooo.”

Subaru conhecia algumas das ameaças das Dunas de Augria, ou melhor, ele estava bem incerto quanto a elas. Meili se sentia orgulhosa enquanto sorria ao ver o medo de Subaru.

Ela aparentava estar de bom humor desde o incidente com o verme, talvez por como ela havia provado seu valor. Subaru compreendia que deixá-la com bom humor tinham benefícios para a segurança de suas vidas, então daqui em diante, ele queria estar sério para lidar com aquilo também.

De qualquer forma, era noite.

Subaru e os outros se posicionaram em uma planície arenosa facilmente vista no meio das dunas de areia, assim começaram os preparativos para a proteção da areia. Dito isso, eles não tinham muito o que preparar.

Deixando de lado como a obrigação pesava sobre uma pessoa, o método era realmente simples.

Subaru: “Ok, Emilia-tan. Desculpa por sempre ter que pedir para você, mas, por favor!”

Emilia: “Ok, afastem-se um pouquinho. Lá vai!”

Emilia soltou um grito e usou sua magia da mesma forma de quanto ela levantou a torre de gelo. Então, uma muralha de gelo se formou do lado leste da carruagem de dragão, que atuaria como uma defesa contra o vento arenoso, bloqueando a areia completamente.

Já que não havia preocupações sobre o derretimento do gelo, então isso também os protegeria de majuus pequenos. Aparentava e tinha uma sensação gelada, mas depois que fechavam seus olhos, funcionaria bem o bastante.

Julius: “Não posso evitar de me sentir desconfortável por sempre abusarmos dos poderes da Emilia-sama.”

Emilia: “Não tem problema. Eu falei antes, não falei? Subaru e Julius serão os que mais vão se esforçar quando começarmos a andar. E também, eu tinha dito isso, mas eu estou em uma condição beeeem boa.”

Subaru: “Parece que você geralmente começava a passar mal. Eu acho que é perigoso desse jeito.”

Emilia olha para a muralha de gelo e mostra seus bíceps flexionados para Julius, enquanto ele suspirava. Subaru vê o braço macio e branco de Emilia de relance, pensando em como ele devia ficar atento ao estado de Emilia.

O ar das dunas misturados com miasma realmente possuía uma “peso” distinto.

Esse peso afetava ligeiramente o corpo de Subaru e parecia ter efeito em fazer Beatrice e Julius ficarem calados. Também parecia ter relação com o silêncio de Anastasia e Ram, dentro da carruagem de dragão.

Por outro lado, Emilia e Meili pareciam estar normais, Meili do mesmo jeito que antes.

Ele não achava que tinham traços similares, mas ele tinha que ficar atento para quaisquer efeitos extremos que aparecessem, embora a verdade é que ele queria sair o quanto antes das dunas.

Julius: “É proibido ser impaciente, apesar de não entender o porquê de você querer se apressar.”

“――――”

Julius olha acima, para o céu ao leste bloqueado pelo gelo e chama Subaru, que se mantinha em silêncio. Subaru sentiu como se ele conseguisse perceber tudo que pensava, então deu uma fungada com o seu nariz e se virou contra a parede de gelo. Então, Patrasche chegou perto de Subaru e empurrou seu focinho contra seu ombro.

Subaru a sentiu fazer isso uma vez atrás da outra e deu um sorriso amargado.

Subaru: “Ora, você também quer tentar me acalmar?”

Beatrice: “Não é como se eu quisesse. A iniciativa também não foi tomada, eu suponho.”

Beatrice o empurra e vira as costas, apesar de anteriormente estar olhando para ele profundamente.

Subaru coça a cabeça, pensando em como a irritação dela era óbvia. Depois de Emilia ver isso, ela também olhou para Subaru com olhos gentis. Quando seus olhares se encontraram, ela acenou com sua mão miúda para ele.

De repente, Subaru se sentiu embaraçado e bateu as mãos.

Subaru: “Tá legal, a gente tem um local para dormir graças à Emilia, então vamos nos preparar para amanhã. O ‘Tempo de Areia’ termina no alvorecer, então até lá, vamos…”

Emilia: “Antes disso, a Ram precisa ser curada.”

Subaru: “Ah, é verdade. Isso mesmo. Certo, então eu conto com a Emilia-tan e na Beako para isso.”

Subaru tenta rapidamente propor tópicos e imediatamente é interrompido por Emilia, enquanto ela tentava seguir a rotina diária. Emilia e Beatrice acenam para as antecipações de Subaru e a cura começa com os homens sendo colocados para fora.

Também, quanto a razão de Subaru e Julius serem colocados para fora enquanto o tratamento começava…

Ram: “――mm”

Dava para dizer que o tratamento havia começado por conta da voz que podia ser ouvida fracamente, embora ela vinha do outro lado da porta.

Era a voz entusiasticamente trêmula de Ram que soava como se ela estivesse suportando a dor. Uma luz fraca cresce de dentro da carruagem de dragão e a cura ocorre, através da combinação de mana de quatro atributos.

Mana adentra o ferimento do chifre que ela havia perdido. Por um lado, a situação de Ram era de dar pena, enquanto ela recebia a cura, realmente parecia com algo erótico de alguma maneira.

Por isso que elas não permitiram que os homens ficassem com elas durante o tratamento, desde quando foi presenciado no primeiro dia.

Subaru: “Não importa o quanto eu pense, ainda não entendo porque o Roswaal pensou em ter você fazendo aquilo.”

Julius: “De certa forma, é definitivamente uma função honrada. Ram é charmosa e linda. No entanto, quando penso na questão óbvia de quem ela gosta, sinceramente não consigo ficar satisfeito com isso.”

Subaru: “O Roswaal também deve saber disso, por que é que ele faz essas coisas? …Nesse caso, por que será que a Ram permitiu que as coisas chegassem a esse ponto?

Julius: “Existem coisas que não se dá para planejar externamente sobre relacionamentos de pessoas, ainda mais quando se trata da relação de um homem e uma mulher. Em extremos, tenho quase certeza que não disse que meu primeiro encontro com você tenha sido bom. Ou que, pelo menos, eu não acharia que fosse fazer algo equivalente a sair em uma jornada onde minha vida fosse estar em risco.”

Subaru: “…Bem, acho que sim.”

Ouvir a voz amável às suas costas, fez a face de Subaru corar enquanto ele coçava o seu nariz.

Julius portava uma expressão indiferente, mas era um estimulo bastante forte para o ingênuo adolescente. Ainda assim, eles não podiam ser farejados por majuus perigosos. Não tinha o que se fazer. Era necessário.

Anastasia: “Você parece estaaaaar em conflito, Natsuki-kun.”

Subaru: “Uwooooah?”

Enquanto Subaru escutava cuidadosamente em silêncio, o hálito que soprou contra seus ouvidos o fez saltar. Ele perde o equilíbrio e cai na areia. Ele viu Anastasia fazer a volta ao seu redor do outro lado da carruagem de dragão. Julius, quem estava assistindo o pânico de Subaru, sorri para Anastasia e o vê tropeçar.

Julius: “Você ficou um pouco surpreso demais. Como se você estivesse pensando em algo maléfico.”

Subaru: “Hã? Não é como se eu tivesse com coisas ruins na cabeça ou algo parecido, tá? É, não sei do que você tá falando. Não sei mesmo. Nem um pouquinho. Então, está precisando de algo, Anastasia-san? Eu escuto qualquer coisa!”

Anastasia: “Você é bem ruim em enganar as pessoas, não é? Bem, não tem problema. Natsuki-kun talvez tenha se interessado no que estava acontecendo, mas eu tenho algo importante para falar com você.”

Subaru desconsidera o desdenho sombrio nos olhos de Julius e devolve um joinha para Anastasia. Anastasia sorri ironicamente àquela reação, enquanto caminho por sobre a areia ela diz:

Anastasia: “Nossa, é difícil de caminhar. Você e Julius parecem não ter problemas, hein.”

Julius: “Eu treinei, apesar de não ir tão longe ao ponto de dizer que foi por essa ocasião específica.”

Subaru: “Quando você estiver incerto de seus passos, não caminhe para tentar verificar, deixa com a firmeza das solas dos sapatos, dê passos relativamente rígidos. Esse é o método Clind.”

Era a base do estilo de corrida em estradas difíceis que ele aprendeu com o mordomo Clind, quando ele estava aprendendo parkour.

Anastasia deu um aceno admirado com essas palavras e, depois disso, abaixou o colar do seu manto e a parte inferior de sua face apareceu. Ela respira fundo.

Anastasia: “Eu não entendo, mas parece que respirar vai ficando difícil. É nesse ponto que eu gostaria de ir para algum lugar seguro do vento arenoso e respirar o quanto eu quisesse.”

Subaru: “Concordo. Depois disso eu gostaria de um tomar um banho. Minha cabeça já tá cheia de areia.”

Foi ele também que entendeu o motivo do porquê das pessoas em áreas desérticas usarem turbantes em suas cabeças.

A contramedida para areia, calor e gelo que as pessoas que viviam em terras rigorosas tinha feito sentido, apesar de ser inevitável. Subaru também tinha a roupa moderadamente enrolada para cima, mas não conseguia aguentar esses tipos de condições.

Anastasia: “Um banho seria bom, sim. Seria legal se o ‘Sábio’ possuísse um banheiro em casa.”

Subaru: “…Claro, eu não sei muito disso. É desse jeito mesmo?”

Anastasia: “Mesmo que Echidna soubesse como chegar lá, não é como se eu já tivesse ido alguma vez.”

Anastasia puxa o colar de seu manto para baixo ainda mais, mostrando o cachecol que sempre vestia. Eridna ser a guia da viagem era uma premissa principal desta vez.

Não havia motivos de duvidar dela, mas ele queria se inteirar dos detalhes.

Subaru: “Eu posso supor que você vai me falar as coisas importantes daqui para frente, certo?”

Anastasia: “É claro.”

Julius: “Eu escutarei com prazer.”

Anastasia enche seu fino peito, enquanto Subaru e Julius preparam-se para ouvir. Anastasia aceita, olhando de volta para a carruagem de dragão pomposamente ao falar:

Anastasia: “A gente vai passar a noite dentro da carruagem começando hoje… mas vocês, garotos, precisam dormir no assento da frente. Não dá para deixar vocês à solta com as mulheres e crianças no quartinho, afinal!”

Subaru: “Isso já deu!”

Anastasia: “Ei, eu só queria quebrar um pouco o gelo… ah, que seja.”

Era tarde demais e impensável de ficar no mesmo quarto em primeiro lugar. Sua própria coragem e a atenção dessa pessoa eram o suficiente para ele entender isso.

De qualquer modo, colocando de lado o esparro de Subaru em expor seus pensamentos internos, Anastasia abordou o assunto principal:

Anastasia: “Continuamos seguindo em direção à torre de vigia hoje… mas foi realmente desafiador? O que você acha?”

Subaru: “Mesmo que você pergunte isso… para ser sincero, os resultados não tiveram nada de especial.”

Subaru quebra a cabeça com a pergunta que ela fez, refletindo sobre o dia.

Eles chegaram nas Dunas de Augria durante a tarde, deixando o “Tempo de Areia” matinal passar, após isso, andaram aproximadamente metade do dia. Eles passaram o “Tempo de Areia” que aconteceu durante o fim da tarde e agora era pôr-do-sol. Quanto aos resultados que foram obtidos até esta altura, eles estariam…

Subaru: “A torre é uma placa perfeita e o marco para o caminho de volta que eu pedi para Emilia-tan. Meili também foi mais efetiva do que eu pensei. Esses foram os resultados, eu acho?”

Julius: “As contramedidas para o ‘Tempo de Areia’ foram perfeitas com as preparações prévias e o pensamento rápido de Subaru. Mas a questão é a Torre de Vigia Plêiades, e a razão de não podermos ver a rota até lá… provavelmente.”

Subaru: “Não dá para ver a rota?”

Subaru franze o rosto para Julius, com ele tomando o bastão da fala, concluindo algo diferente. Julius suspira para Subaru enquanto fala “Você não percebeu isso?”

Julius: “É verdade que chegamos até aqui na nossa jornada sem nenhum problema. Eu também concordo com a opinião de que não devemos nos deixar sair de forma.”

Subaru: “Para de enrolar. Isso é um péssimo hábito. Seja mais direto.”

Julius: “Então eu vou resumir. Subaru, você não notou o desastre da torre?”

“――――”

Julius questiona Subaru silenciosamente enquanto ele engole em seco.

Após isso, a torre de vigia… ele viu através do outro lado da muralha de gelo e encarou a forte e majestosa construção que se apresentava, até mesmo na noite.

Mesmo depois de Julius apontar o desastre, Subaru não conseguia compreender a anormalidade da torre de vigia. Nada deveria estar diferente sobre a torre a qual ele esteve olhando por todo o dia, comparado com quando eles haviam chegado às dunas.

Nada deveria estar diferente.

Subaru: “――!?”

Julius: “Parece que você entendeu. A torre claramente não está ficando mais perto, nem está ficando mais longe. Estivemos mirando naquela torre, caminhando em sua direção por todo esse tempo… mas a distância não está encurtando.”

Justo como Julius apontou, Subaru finalmente entendeu a anormalidade.

A Torre de Vigia Plêiades ao longe continuava ali, com um tamanho que a tornava impossível de perder de vista, sem alteração. Não havia mudança alguma em como você a via.

Subaru: “Sem chance…”

Julius: “Subaru, eu entendo sua frustração. Porém, nós temos que manter as nossas cabeças erguidas e…”

Subaru: “Então passar por todos os problemas de hoje, ficar coberto de areia e percorrer toda essa distância foi inútil!? Conquistar esse lugar é um chute no saco!”

Julius: “…Sim?”

Subaru chuta a areia aos seus pés, levantando a voz, Julius estava sem palavras. Subaru se agacha no chão de frente para Julius, perturbado, pegando a areia com a mão enquanto fazia bico.

Subaru: “Ei, ei, ei, tá falando sério? De repente fiquei cansado depois de ouvir isso. Dizer que o que a gente fez foi um desperdício é simplesmente uma bosta. Cara, que saco.”

Anastasia: “Você tem uma força mental mais fraca do que eu imaginava.”

Subaru: “O que é que você tá olhando!? Você não tá vendo o meu sofrimento!? Eu estou extremamente depressivo e me sinto extremamente mal. Você deveria ter falado algo antes quando você percebeu!”

Julius: “Eu pensei em não falar nada até ter certeza. Eu não quis te desencorajar.”

Subaru: “Isso é como vocês…”

Ele arremessa a areia que pegou, levantando enquanto batia as mãos. Subaru encara Julius debaixo, que parecia estar menosprezando e agiu de maneira indignada.

Subaru: “Dá pra você parar de pensar dessa forma? Não é como se eu fosse ficar irritado quando você fala algo que veio a sua mente! Melhor, a gente pode ter uma pista a partir disso. Vocês têm uma mentalidade de tipo ‘Não vou falar isso com ninguém’? Isso realmente fez a situação ficar melhor? Em nenhum momento pensei que eu devia ficar calado!”

Julius: “Ah, ahhh, perdão.”

Subaru: “Fala na hora, mesmo se for algo trivial. Isso é algo que Ram disse também, alguém que está incapacitada na nossa conquista desse lugar. Precisa ser dito para todo mundo?”

Quando Subaru ficou embasbacado pela incompletude dos três Cs: comente, conte, converse, Julius também fez um olhar reflexivo. Assim que Subaru sobrepujou o “Cavaleiro Irretocável”, o que raramente acontecia, ele pegou o “bom o bastante” das muitas inconveniências e se virou para Anastasia.

Subaru: “Então, eu acho que é seguro dizer que você sabe o que tem por trás desse fenômeno.”

Anastasia: “Eu pensei sobre a falta de explicação… ou melhor, também estive confiante quanto as minhas suspeitas o dia todo. Vai ajudar se você pensar dessa forma.”

Subaru: “Comece a partir de quando você teve essas suspeitas. Isso é tudo. Então, o que está acontecendo?”

Subaru mostra a língua para Anastasia, que deu suas desculpas antes de falar e ele gesticulou para que ela continuasse. Quando o fez, Anastasia disse “Por favor, não fique surpreso quando ouvir isso” como um prefácio e:

Anastasia: “Quanto a essas dunas e a planície de areia entre a torre de vigia, o espaço é distorcido.”

Subaru: “O espaço é distorcido…?”

Anastasia: “Em outras palavras, a terra não está conectada, diferente do que você vê. Se continuarmos caminho assim, beeem, nós proooovavelmente não conseguiríamos alcançá-la, não importa o quanto andemos.”

Anastasia clarifica a verdade impactante de forma indiferente e Subaru é incapaz de fechar sua boca. A Anastasia, quem era equivalente a Eridna, deveria ter sabido desde o começo, considerando como soava que essa questão estava sendo dita por Eridna.

Subaru: “Deve ter sido por isso que Reinhard e os outros desafiantes não conseguiram alcançar.”

Anastasia: “O destino em si pode ser visto lá. Se a distância pudesse ser coberta… se eles fossem capazes de fugir freneticamente do covil dos majuus ao longo do caminho, poderia ser visto ainda mais e, provavelmente não conseguiriam deixar de seguir em frente.”

“――――”

Por alguma razão, ele pensa no arrependimento de aventureiros que colapsam na metade do caminho após ter seu objetivo na sua frente.

Era o obstáculo que obstruía as pessoas, que almejavam a torre de vigia e o obstáculo no qual até mesmo Reinhard desistiu. Esse espaço distorcido e o fim do mar de areia que na verdade não podia ser alcançado… talvez esses que eram os truques.

Subaru: “Como você derrota isso?”

Anastasia: “… Você não está meio que tendo a ideia errada perguntando sobre derrotar e não derrotar? Essa é uma armadilha da natureza criada pelo miasma. Nããããão tem um tipo de poder não natural ocorrendo aqui.”

Subaru: “Uma armadilha da natureza!? Isso!?”

Era uma armadilha extremamente rara, que tinha uma natureza na qual ele sentia que não havia nada além de intenção de matar por como era.

As miragens frequentemente avistadas no deserto e as estradas cobertas de neve que continuavam nas colinas de áreas de neve densa. Pensando de maneira geral, humanos podiam ser mortos por coisas como pântanos sem fundo e pelo puxar da alta das marés.

No entanto, como era de se esperar, essa torre de vigia era…

Subaru: “Essa é uma armadilha feita pela natureza? Isso é um exagero, não é?”

Julius: “Bem, a Torre de Vigia Plêiades foi construída em um local onde o fenômeno ocorre. Se você pensar sobre isso dessa forma, é natural que seja feita. Também, isso faz sentido.”

Subaru: “Isso faz sentido? De que forma?”

Julius: “Você não pode esquecer. Sim, as dunas levam à torre de vigia, mas você não pode esquecer que ela não é apenas uma torre à frente das dunas. Por que você acha que a torre de vigia está lá em primeiro lugar?”

Julius repreende Subaru, já que ele estava falando em um tom rude, e o cobra que pense. Ele imediatamente tinha uma resposta em mente para sua pergunta. A torre de vigia para onde estavam indo existia por causa de um selo do “Santuário da Bruxa”.

E assumindo que a armadilha não ultrapassada das dunas era um impedimento do Culto da Bruxa para reviver a “Bruxa da Inveja”, era provavelmente extremamente efetiva.

Ele não teimaria em colocar a culpa em algo do tipo.

Subaru: “…Ok! De qualquer forma, esqueça os detalhes sobre o porquê da torre ser construída ali. Eu estou preocupado com outra coisa. É em como a gente vai atravessar aquele espaço distorcido.”

Anastasia: “Você sabe que a gente não pode remover a fonte dele, certo? Esse é o tipo de solo em que estamos.”

Subaru: “Tudo bem. Eu entendi o terreno e o produto. Agora, vamos procurar por uma fraqueza. Já que você se voluntariou para ser a guia, seria o natural, correto? Encontrar uma brecha.”

Anastasia: “Não tem como não ter uma…. mas se referir a isso como uma brecha é arriscado.”

Anastasia sorri ironicamente para Subaru, que continuava a pressioná-la, enquanto ela continuava a mostrar uma atitude meio pomposa. Após isso, ela acena para Subaru e Julius, depois que eles a olham, ela começa a falar

Anastasia: “Durante aquele ‘Tempo de Areia’, deve haver um momento quando o espaço conectado à torre de vigia colapsa. Nós iremos por ali e vamos entrar no real mar de areia. Essa é a condição pra poder atravessar, entende?”


Eles tiveram situações repetidas de muita dificuldade, com seu ataque às dunas de areia começando no dia seguinte.

As condições para o caminho descoberto de Anastasia para a torre de vigia tinham que estar intactas. Em outras palavras, a maior parte da viagem seria insignificante até o “Tempo de Areia”, e enquanto isso, eles tinham expectativas difíceis de atingir.

No entanto, aquela ansiedade era…

Anastasia: “Até mesmo quando for o ‘Tempo de Areia’ alcançar a abertura vai depender da sorte. Pensando assim, ficar em num só lugar não soa como uma má ideia.”

Meili: “E também, se a gente sempre ficar num lugar só, os animais aqui perto podem lembrar do nosso cheeeiro. Eu ficarei bem, mas se por acaso você me perder ou algo parecido, então eles vão perseguir vocês pra tudo quanto é ladooo.”

Eram as opiniões de Anastasia e Meili sobre como sobreviver sem problemas.

A opinião de Anastasia não era muito confiável, mas a última era sobre como suas vidas estariam em risco. Não era algo em que ele queria pensar muito sobre, mas virar as costas para o perigo seria mera covardia. Arriscar ser verdadeiramente corajoso, enfrentar os medos e ainda assim lutar era algo sem valor.

Subaru: “Não é, Emilia-tan?”

Emilia: “…? É, sim.”

Julius: “Emilia-sama. Você não deveria levar tão a sério. Esta é a hora de fazer uma careta pra um momento besta.”

Ele falava com o rosto dentro da carruagem de dragão periodicamente, mas sua motivação não baixou, mesmo após ter escutado que a viagem de ontem foi um desperdício.

Eles tinham bastante flexibilidade com as coisas como a comida e a água feitas em Mirula. Ele queria acreditar que não havia nada com que se preocupar, já que o efeito do miasma foi mitigado pelas técnicas espirituais de Emilia e Beatrice.

Subaru: “Na verdade, eu estou me estressando por não saber quantos dias a gente vai ter que trabalhar.”

Beatrice: “Subaru, cospe as pedrinhas da sua boca sem engolir. Mesmo que não seja muito, é areia que tem miasma, eu suponho. Se você não lidar com isso da forma certa, você vai ter uma experiência dolorosa mais tarde.”

Beatrice se tornou completamente acostumada com a sensação de areia na boca e ela avisou Subaru, que não estava tomando tanto cuidado. Quando Beatrice tirou o contêiner de água de seu bolso, que estava nos braços de Subaru como de costume quando eles montavam nos dragões, ela disse:

Beatrice: “Olha, eu vou lavar sua boca, eu suponho. Eu vou pelo menos limpar o interior dela, a parte que não pode ser mergulhada em água.”

Subaru: “Tá, tá… falando nisso, você está limpa mesmo sem tomar banho.”

Beatrice: “Isso é porque a maior parte do meu corpo é composta de mana, eu suponho. É claro, eu sempre pareço limpa. Eu estar linda a qualquer momento é de se esperar, eu suponho.”

Subaru: “Tá, tá, linda, linda.”

Beatrice fez biquinho ao ouvir a resposta apática de Subaru, mas ele alisou sua cabeça e brincou com seus cachos que estavam inseridos no manto. Ela tinha feito os cachos hoje.

Subaru: “Oh, a gente descobriu um grupo de majuus de novo. Eles parecem com animais comuns quando eles nos cercam assim.”

Meili: “Se eles forem para longe de mim e se aproximarem, pessoas como o Onii-san vão ser mordidos na hooora. É estranho, mas todos os animais daqui encaram o Onii-saaan.”

Ele traz Patrasche para perto da carruagem de dragão e observa o grupo de majuus que se reuniram no local, desviando do caminho horizontalmente. Justo como Meili disse, ela havia olhado para Subaru com uma expressão curiosa, murmurando “Estraaanho”.

Parecia que a garota não sabia sobre o “Odor da Bruxa” que ele tinha. Subaru pensou sobre isso como poderia ter a mesma natureza que o miasma, mas parecia que ele não seria capaz de entender a verdadeira essência. De qualquer jeito, mesmo que o odor se esvaísse de Subaru, parecia que a natureza de atrair os majuus não desaparecia.

Subaru: “Oh, aquele não é um majuu nostálgico? Ram, dá uma olhada!”

Ram: “É bem desconfortante a forma como você fala disso como se fosse parte das minhas memórias. Eles não são nada além de lembranças dolorosas para mim, assim como para você, Barusu.”

O grupo de cães demoníacos que estavam olhando para eles de longe eram os mesmos majuus desastrosos que atacaram a antiga residência de Roswaal. Ram foi dura com Subaru, quem se entusiasmou não-intencionalmente.

Subaru: “Não diga isso. Se eu fosse descrever o que eles são para mim, você, e para Rem, eu diria que eles construíram pontes entre nós. Se não estivessem lá, talvez eu mesmo não estivesse aqui agora. Quando você pensa nisso, nós não temos uma relação ruim… espera, é ruim sim! Que merda!”

Ram: “Para de acabar com seu próprio entusiasmo. Ver você me faz sentir pena, escutar você me deixa miserável e apenas pensar nisso me faz sentir mal.”

O estresse causado pelos majuus um ano atrás reviveu. Ram suspira para a euforia de Subaru, e rapidamente fecha a janela da carruagem de dragão, a conversa terminou.

Infelizmente, não há o que ser feito. Aquele incidente de um ano atrás na Ram foi repintado em uma forma que foi resolvida em cooperação com Subaru na ausência da existência de Rem. Para ela era obscuro como as majuus foram vencidas sem a Rem, mas parecia que ela não se sentia desconfortável com aquela amnésia.

Se a memória de Rem fosse ressuscitada dentro de Ram, então as partes que faltavam seriam preenchidas e os tópicos também se misturariam de uma boa forma. Ele pensaria nisso quando a hora chegasse, apesar de achar que ele apenas seria insultado.

Subaru: “Uooou! O ‘Tempo de Areia’ é perigosa! O ‘Tempo de Areia’ é ridícula! O vento arenoso é perigoso!!”

Emilia: “E―Eu fiz um pouco de gelo assim que pude, mas se não servir, então me diga, tá?”

Subaru: “Já tá bem ruim! A teoria do todo-poderoso gelo tá indo por água abaixo!”

O crucial “Tempo de Areia” chegou. Eles pularam em direção ao vento arenoso, procuraram pela distorção do espaço conectado à torre e adentraram, mas a fúria da areia os acertou em cheio muito mais do que eles imaginavam.

Foi um erro de cálculo em particular, mas a muralha de gelo tinha servido fortemente para apoiar a tentativa deles e foi uma completa derrota.

Subaru: “É uma muralha de gelo e ainda assim a areia absurda está atravessando ela, então não dá para ver nada do que tá na minha frente! Ou melhor, receber um vento forte com uma área grande de gelo é mais do que suicídio!”

Emilia: “Hã!? O quê!? Subaru, você disse alguma coisa!? Não consigo te ouvir!”

Subaru: “O vento é forte demais, a gente vai morrer!”

Emilia: “Hã!? Você quer morrer!? Não, você não pode! Não desista!”

Subaru: “Eu não falei… Guwaaaa!! Entrou areia no meu olhoo!”

Emilia: “Hã!? O que você falou!? Fala de novo! Subaru? Subaru!”

Subaru: “Fala de novo, um ato tão espartano é… guwaaaa!!”

Emilia: “Subaru!?”

O vento de areia se tornou um vendaval e já estava perto de ser uma tempestade de areia.

Eles estavam sérios, mas suas interações pareciam como uma cena de comédia.

Até segurar a barra de gelo que eles colocaram para se protegerem da fina areia, não era nada além de suicídio, já que estavam sendo atingidos de cabeça pelo vento.

No entanto, a situação desta estratégia tornando-se um gargalo para eles era…

Subaru: “Continua! Aguenta aí, Gyan! A gente só pode depender da força!”

“――――”

O dragão terrestre recebia o vento de cara e estava sento agredido por ele. Já havia passado por alguns dias da conquista das dunas. O laço desenvolvido tornou-se seu nome e ele apareceu.

Para resumir, o dragão terrestre da raça Gyrus puxando a carruagem de dragão era chamado de “Gyan”.

A tenacidade de Gyan era a chave para atravessar o vento de areia. De todo modo, a carruagem de dragão em que as garotas estavam não tinham maneira alguma de diminuir o vento.

Como resultado, eles só podiam depender da força de Gyan, fazendo-o puxar a carruagem de dragão com força que não era menor que a do vento.

Julius: “Não fazer nada além de forçar os dragões terrestre não é do meu feitio… mas precisamos de você agora.”

Meili: “Eei, aguenta aí! Eu não quero voltar praquela planície de areia sem fim de novooo!”

Julius motivava Gyan, segurando a rédea, assim como Meili, que sentava ao seu lado.

Eles podiam acreditar naquela força inerente, atirando palavras para Gyan, precisamente porque eles eram os que estavam mais perto de presenciar sua tenacidade.

“――――”

Emilia e os outros não podiam nem abrir a pequena janela no vento, mas você pode apostar que eles estavam rezando com preocupação dentro da carruagem de dragão também.

Como uma contramedida para a areia, Emilia teve que cobrir a carruagem um pouco com gelo. Mesmo com uma barra de gelo presa na parte frontal e com ela protegendo contra a areia, não podia aguentar os ataques ferozes do vento.

Então, a saída que Subaru trouxe para usar em último caso era um modelo entre coisas como a forma de um balanço para afastar o vento, e uma forma pontiaguda. Ele imaginou uma lança que perfuraria o vento arenoso.

Subaru: “É um modelo de um mini 4×4. Reduzir seu peso para deixar ele leve seria fatal, então não dava para fazer isso, mas fiz o que dava. Beleza, vamos lá, Gungnir! Atravessa com tudo!”

“―― !”

Gyan seguia em frente com passos ferozes para responder ao berro de Subaru. A carruagem de dragão que se tornou uma lança morde e rasga o vento se aproximando dele com tudo, e escapa, seguindo em frente e em frente.

Não demorou muito, a carruagem de dragão coroada com o nome da lança de um deus prendeu-se à cicatriz do vento mordido e rasgado. Arranca a tirania da areia, atravessando-a.

“――――”

O momento em que eles escaparam do vendo arenoso, o que caiu sobre Subaru foi silêncio extremo e afiado.

O vento que havia causado um amontoado intenso de barulho perto de seus ouvidos, a areia que se prendia a eles para raspar todos seus corpos, o miasma que causava uma atividade excessiva dos majuus, tudo sumiu como se fosse uma ilusão.

“――――”

O “Tempo de Areia” certamente teve um final repentino, mas estava ainda mais ressonante.

O vigor do vento com areia enfraquecia gradualmente e tão logo, lentamente desapareceu como se puxada por ondas, nada além do cheiro peculiar de areia restava.

Porém, isso não estava limitado a este momento. Em outras palavras, esta era prova de que o final desse “tempo de areia” era um caso em especial.

“――――”

Subaru se vira enquanto sente sede.

Quando o fez, viu Julius e os outros, que haviam escapado do vento e estavam chocados, assim como ele. É claro, ele estando ali significava que Gyan e a carruagem também estavam.

Subaru: “…Julius.”

Julius: “Ah…”

Subaru chamou Julius, que lhe deu um gesto como se confirmasse com seu queixo, totalmente rígido. Após isso, ambos levantaram suas mãos um para o outro, incertos de quem o fez primeiro, apertaram seus punhos e demonstraram admiração um pelo outro por terem atravessado o “Tempo de Areia”.

Ao lado de Julius, Meili limpa a areia de seu corpo e ele a viu agradecer Gyan. Com certeza, Gyan foi o MVP desta jornada.

Recebia gratidão, apreciação gratuitamente e merecia ser recompensado; mas

Subaru: “Deixa isso pra depois! A gente atravessou! Conseguimos! Consegui…”

Beatrice: “Deus! Você é sempre, sempre tão barulhento bem nos meus ouvidos!!”

Subaru mostrou sua alegria e seu queixo é empurrado para cima, pela palma da Beatrice que vinha debaixo.

Essa pancada excelente faz a cabeça do Subaru girar. Ele balança sobre o Patrasche assim, e cai indefeso na areia. Sua cabeça acaba enterrada na areia, tomando uma grande quantidade de areia na boca, ele se revolta com Beatrice enquanto ela imediatamente se levanta.

Subaru: “Por que você fez isso comigo do nada!? O que que há com você, tem gente tentando ser feliz! Você me deu um susto e me fez engolir um bocado de areia!”

Beatrice: “Me irrita ver você fazendo tanto barulho enquanto segura a Betty! Eu não entendo coisas como marchas, off-roads, alteração de genes, almas ardentes e tudo mais, eu suponho! Eu estava escutando um barulhão esse tempo toooooodo!”

Beatrice virou-se para Subaru e reclamou com ele veementemente enquanto montava em Patrasche.

Subaru tinha várias coisas para falar, mas ele certamente não podia negar a sensação de que ele ficou um pouco animado e gritou a lista de termos apropriados. O que era um Gungnir?

Subaru: “Ahm… D―de qualquer jeito, nós atravessamos o ‘Tempo de Areia’ em segurança. Primeiro, vamos celebrar isso. Bora lá, Banzai!”

Beatrice: “…Banzai, eu suponho.”

Deixando de lado a atitude rabugenta de Beatrice, eles certamente passaram pelo obstáculo da areia.

Ele alisa o pescoço de Patrasche, já que ela deu seu melhor e mostrou seu agradecimento a bravura do dragão carinhoso, que não demonstrava cansaço em sua face galanteadora.

Depois disso, Subaru correu para a carruagem de dragão, e como maneira de compartilhar sua felicidade…

Meili: “Onii-san.”

Subaru: “Ah? Algo de errado? Você pode ficar um pouco mais feliz também…”

Meili: “Fica quieto.”

Meili interrompe Subaru, que estava dando passos largos, e suas palavras afiadas saltam para ele enquanto ela se virava e olhava em sua direção.

O que estava incluso nelas era um claro aviso de perigo.

Subaru não era bobo o suficiente para confundir o que aquilo significava.

“――――”

Em resposta ao Subaru, ele se silenciando, Meili acenou enquanto colocava o dedo na sua boca. Devagar e lentamente, ela apontou para sua frente com a mão livre.

Subaru, Julius, e Beatrice são atraídos por aquele movimento e olham para frente.

Eles atravessaram o vento arenoso do “Tempo de Areia” e o mar distorcido até a torre de vigia se abriu.

Então, a silhueta da torre de vigia que crescia ante a eles era evidentemente bem clara, em comparação a como havia sido até o momento.

Ele era capaz de pensar sobre a distância definida até o marco, que foi criada de novo.

Porém…

Subaru: “…O que é aquilo?”

Um canteiro de flores se espalhava em frente a eles para cobrir o solo de areia que continuava até a torre de vigia.


Nota:

[1] Com base no entendimento de “tempo” no nosso mundo e na maneira como o próprio Tappei explorou o conceito da passagem do tempo percebido pelo “outro mundo”, decidimos manter como “Tempo” em vez de “Hora”, como faz parecer a divisão das fases de um dia no mundo da obra: primeiro, até o momento não foi explicado como os personagens percebem a passagem dos anos, sem, é claro, o narrador nos dar essa informação, logo podemos concluir que a passagem do tempo de um ano é percebida da maneira mais básica como para qualquer animal, as estações do ano; segundo, se temos como base que os seres que vivem naquele mundo se baseiam no conceito simples de estações mesmo que não tendo a tecnologia e a “ciência” para tal, vamos acabar pensando que – tanto no lado de que eles podem, sim, ver a passagem de tempo, como no lado de não – o tempo em si ainda possui uma divisão mínima como aquela do conceito de “hora” no nosso mundo, obviamente eles pensam na passagem do dia como a passagem de um “ano” (aspas pois eles talvez não tenham conceituado a ideia da mesma forma que a gente, usando memes, óbvio), madrugada, manhã, tarde e noite = primavera, verão, outono e inverno – apesar da representação do dia não possuir a mesmas palavras para eles.

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